4.º aniversário lança futuro CAO da CERCI Braga
- Escrito por Sofia Pires
- Publicado em Portugal

Graças aos fundos angariados num jantar solidário que assinalou o 4.º aniversário da cooperativa social e reuniu mais de 320 pessoas, a CERCI Braga, conseguiu o financiamento para as obras do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) que avançam nos próximos meses.
“Este jantar teve dois objetivos: primeiro, aproximarmo-nos da comunidade num momento importante como o que vivemos; segundo, a angariação de fundos para terminarmos as obras no CAO - Centro de Atividades Ocupacionais, em Navarra, que vai permitir alargar a nossa resposta para 30 utentes”, referiu a presidente da CERCI Braga, Vera Vaz.
O projeto para as necessárias obras na antiga EB1/JI de Navarra, está em fase avançada, a ser desenvolvido em total articulação com as diferentes entidades, e em particular com a Segurança Social, no sentido de fazer cumprir todos os requisitos desta resposta social considerada urgente.
Vera Vaz referiu que “os contactos com a Segurança Social são sempre feitos na esperança que o acordo se concretize e é esse o feedback que temos recebido da instituição. Acreditamos que, após a conclusão do CAO - Centro de Atividades Ocupacionais, poderemos começar a receber o apoio do Estado”.
A CERCI Braga, encontra-se assim mobilizada para a concretização do CAO, preparando simultaneamente o programa estratégico para os próximos anos que irão passar por novas respostas, como desejado lar residencial para pessoas com deficiência intelectual e multideficiência, bem como, novos projetos junto da comunidade.
Juntando-se ao esforço da CERCI Braga, o Vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Firmino Marques, reforçou que “a decisão de entregar a escola EB1/JI de Navarra à CERCI Braga foi, acima de tudo, justa, pelo trabalho que tem desenvolvido ao longo dos últimos anos. O novo CAO de Navarra criará uma nova centralidade na freguesia”.
“O Lar Residencial será o próximo sonho que temos obrigação de concretizar. Nem o município, nem o Governo são indiferentes às necessidades das pessoas com deficiência e das instituições que as apoiam”, disse.
