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Arquitetura: Questões de limitação e de libertação

De que forma devemos olhar para a arquitetura? Os seus ‘produtos’ são obras a ser contempladas e admiradas ou também obras que são usadas por pessoas? Estética e usabilidade são incompatíveis? Devemos aceitar que possam ser criadas, em certos casos, barreiras ou é sempre possível desenvolver soluções que libertam as pessoas e que permitem plena fruição? E a aplicação da lei de acessibilidade, de que forma é encarada pelos arquitetos e qual o papel dos utentes?

Estas são as questões lançadas para o debate mensal de junho, promovido pela Associação Acesso Cultura, e que se realiza amanhã em duas sessões paralelas, em locais distintos: no Museu de São Roque, em Lisboa pelas 18h30m e no Centro Português de Fotografia, no Porto pelas 18h00.

Intervenientes em Lisboa:

Cristina Pedrosa – Arquiteta, Parques de Sintra – Monte da Lua

Diana Teixeira – Assistente de Investigação do Observatório da Deficiência e Direitos

Humanos – ISCSP/Universidade de Lisboa

Sara Barriga – Museóloga, Museu do Banco de Portugal

Moderação: Maria Vlachou

Intervenientes no Porto:

Lia Ferreira – Arquiteta, Provedora Municipal do Cidadão com Deficiência

Maria João Vasconcelos – Diretora do Museu Nacional Soares dos Reis

Paulo Seco – Arquiteto

Moderação: Cândida Colaço Monteiro

A entrada é livre em ambos os debates e a sessão no Porto terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Publicado a 18 de junho de 2014

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