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Que futuro para Centros de Recursos para a Inclusão?

 

Está prestes a começar a sessão de esclarecimento que as Organizações Representativas da Deficiência - Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral (FAPPC), a Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI), a Federação Portuguesa de Autismo (FPDA), a HUMANITAS - Federação Portuguesa para a Deficiência Mental  e a União dos Centros de Recuperação Infantil do Distrito de Santarém e Outros  (UNICRISANO) – realizam para explicar porque é que estão em rutura com o Ministério da Educação e Ciência  e para dar conhecimento da posição que pretendem tomar em relação aos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI). 

As organizações que representam os CRI juntam-se no Fórum Lisboa, às 11horas, para informar pais, educadores, professores, dirigentes associativos e comunicação social se vão suspender o apoio a milhares de crianças com necessidades educativas especiais (NEE) que frequentam as escolas do país por entenderem que o Ministério da Educação está a “tomar decisões à margem de quaisquer critérios de razoabilidade”.

“Apesar da Comissão de Acompanhamento ter definido e proposto critérios claros para a organização e funcionamento dos apoios, o Ministério da Educação optou por manter critérios aleatórios e nalguns casos absurdos, como apoios terapêuticos de meia hora ou técnicos que acompanham oitenta alunos”, pode ler-se no comunicado enviado à Plural&Singular.

A FAPPC, a FENACERCI, a FPDA, a HUMANITAS e a UNICRISANO apresentaram “critérios claros para a organização e funcionamento dos apoios” e alertaram “para a necessidade de garantir a sustentabilidade do sistema”, mas de acordo com o comunicado enviado, “o Ministério opta por deixar tudo na mesma, com prejuízos sérios para as organizações, para as famílias e para as crianças”.

 

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