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updated 3:32 PM WEST, Mar 28, 2017
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PARTILHEM: A 17.ª edição da revista digital da Plural&Singular está online e disponível para download. Além dos resultados da 3.ª edição do concurso "A Inclusão na Diversidade", destacamos uma "Grande Entrevista" com Ana Sofia Antunes, secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência que faz um balanço de um ano de Governo

Entrevista a Humberto Santos: CPP - Passado, Presente e Futuro

O Comité Paralímpico de Portugal (CPP) revelou hoje o calendário para as eleições dos órgãos sociais ciclo 2017/2020: o ato eleitoral está agendado para o dia 21 de março e os candidatos devem remeter as listas até 10 de fevereiro. Em dezembro, em entrevista à Plural&Singular [em destaque na nossa 17.ª revista digital] o anterior presidente, Humberto Santos, fez balanço positivo dos oito anos, que na realidade foram mais, de movimento paralímpico. “Foram momentos de transcendência, momentos de superação…Uma experiência que jamais irei esquecer. Neste espaço cresci imenso enquanto pessoa”, resumiu.

Plural&Singular (P&S) – Que balanço faz destes anos à frente dos destinos do Comité Paralímpico de Portugal (CPP)?
Humberto Santos (HS) – É um balanço muito positivo em que as melhores expectativas que podíamos ter sobre este projeto não teriam conseguido certamente ir tão longe como aquilo que acabamos por realizar. Foram oito anos muito profícuos, muito frutuosos, em que se conseguiram abrir enumeras portas, em que se conseguiu crescer imenso, em que se conseguiu partilhar imenso e isso permitiu catapultar esta organização muito recente para um espaço de visibilidade e de reconhecimento institucional que tem sido decisivo para dar uma nova dimensão e uma nova visibilidade aos projetos do movimento paralímpico em Portugal.

P&S – O nome ‘Humberto Santos’ fica indubitavelmente na história do movimento paralímpico em Portugal…
HS – O meu nome de uma forma particular porque estive à frente do projeto mas o que foi conseguido é fruto de um trabalho de equipa. São muitos aqueles, que ao longo destes últimos oito anos – aliás mais porque são oito anos de existência do Comité enquanto instituição, mas antes disso houve uma comissão instaladora –, estiveram e estão envolvidos. É natural que esta década tenha sido decisiva porque coincidiu com o desenho e desenvolvimento do Comité. Não tenho dúvidas que todos nós ficaremos registados para os anais da história. Naturalmente que no meu caso, como de qualquer outra pessoa com as minhas funções, há um espaço próprio. Mas reafirmo que tudo isto só foi possível fazer graças a uma equipa quer dos órgãos sociais, quer o quadro técnico. São um garante essencial do funcionamento desta entidade.


P&S – Sente que com a criação do CPP a realidade do desporto para pessoas com deficiência sofreu muitas alterações, evoluiu, melhorou?

HS – Há uma mutação muito significativa. Tenho referido em algumas sedes e em alguns momentos que estamos ainda longe de conseguir perceber qual a dimensão de desenvolvimento social que este projeto irá acabar por ter e influenciar no nosso país. Hoje ainda não é possível perceber de que forma é que o desporto, nesta sua versão inclusiva, pode ser ou não uma ferramenta fundamental e como é que ele vai ter impacto na vida das pessoas para mudarmos percepções, opiniões da população em geral em relação às pessoas com deficiência.

P&S – Refere-se a uma mudança de mentalidades, a mudanças estruturais, a um novo olhar e forma de fazer…
HS – Este trabalho que temos vindo a fazer, um trabalho de abrir portas juntamente com as federações de modalidade para que as modalidades sejam praticadas numa mesma federação, num mesmo clube, independentemente se as pessoas são altas, baixas, magras, fortes, se têm ou não deficiência… Isso vai permitir um processo de interações, um processo de vivências, um processo de socialização quer para as pessoas com deficiência mas também para as pessoas sem deficiência. No futuro iremos sentir todos os efeitos desta prática desportiva inclusiva. Este processo foi se calhar um dos processos mais surpreendentes ao longo destes oito anos porque nós começamos com cinco federações apenas e cinco associações nacionais de desporto pessoas com deficiência [referindo-se à Federação de Desporto para as Pessoas com Deficiência (FPDD), Vela, Remo, Equestre e Judo, bem como à ANDDI, PCAND, ANDDEMOT, ANDDVIS e a LPDS]. E neste momento temos perto de 40 membros, em que 30 são federações desportivas.

P&S – O que é que esta adesão pode significar?
HS – Isto traduz-se num grande acolhimento da atividade, um grande entendimento por parte dos diferentes agentes desportivos neste país quanto à importância que o desporto pode ter para dar uma outra qualidade de vida às pessoas com deficiência. Isso tem-se vindo a refletir de várias formas. Mais clubes em Portugal têm vindo a abrir as portas a estes cidadãos. E hoje se formos olhar para o quadro de competições nacionais sobre a responsabilidade das respetivas federações, é incontornavelmente muito superior. Hoje temos um campeonato nacional de paracanoagem, um campeonato nacional de remo adaptado, temos um campeonato nacional de ténis de mesa… As organizações têm competições organizadas por si mas mais: têm vindo a potenciar a participação de atletas em competições internacionais e em alguns casos isto sucedeu sem que essas federações tivessem recebido qualquer tipo de apoio direto para se envolverem nesta área.

P&S – Isto é fruto de um trabalho intenso. Como o avalia? 
HS – É algo que me marcará para toda a vida. Tenho uma divida de gratidão para com muitas pessoas com quem tive o prazer, o privilegio e a honra de trabalhar ao longo deste tempo. Muitas pessoas perceberam a mensagem que lhes estava a ser transmitida. Muitas pessoas acharam que independentemente de estarem ou não criadas as condições, que tinha de se avançar, que tinha de se fazer trabalho. Há hoje federações que estão com um trabalho extraordinário. Há maior oferta desportiva, mais espaços para o desporto com pessoas com deficiência, maior qualidade porque estamos a falar de técnicos da modalidade em concreto, são os peritos, são os especialistas.

P&S – Sente que as federações já procuram, mais do que juntar-se ao movimento paralímpico, superar-se? 
HS – Sim e posso dar exemplos… Anualmente as federações têm de fazer prova do número de atletas com deficiência que têm inscritos. E esse número tem um reflexo direto no número de votos que têm em assembleia plenária. Anualmente as federações têm vindo a ter cada vez mais atletas inscritos. E tem sido com enorme satisfação que tenho vindo a registar que cada vez mais, e pelo menos nas tomadas de posse em que tive oportunidade de estar presente, todos os presidentes de federação, sem exceção, fizeram referência aos seus programas para a área do desporto adaptado. Estamos de forma discreta a promover todos uma mutação desportiva e social muito significativa no país que irá ter reflexos a prazo.

P&S – Em termos desportivos há já reflexos…
HS – Termos no Rio2016 o tiro e o judo são provas daquilo que tem sido o trabalho e o investimento de federações que há três/quatro anos atrás, pelo menos uma delas, não tinha qualquer atividade. Mais: um dos nossos medalhados, o Manuel Mendes [medalha de bronze nos Jogos Rio2016], vem não pelo percurso da área da deficiência, mas pelo percurso do desporto. Já era atleta, corria e fazia as suas provas, mas nunca lhe tinha passado pela cabeça que podia participar nos Jogos Paralímpicos até que um dia lhe colocaram essa questão. Estão-se a abrir portas que há muito pouco tempo atrás seriam impensáveis para grande parte de nós e esta é uma dimensão que me deixa muito feliz. Este não é um trabalho exclusivo do CPP, é um trabalho do movimento paralímpico.

P&S – Portugal pode então orgulhar-se deste percurso. E comparativamente com outros países?
HS – Claro que quando olhamos para os vários países, vemos que há diferenças e os caminhos não são exatamente os mesmos. Nuns casos a situação está mais avançada do que em outros… Em torno deste fenómeno há dinâmicas e fatores que influenciam essas dinâmicas diferentes. São 170 comités ou entidades ligadas a esta realidade. É natural que existam diferenças. Esta dinâmica da “Igualdade, Inclusão e Excelência Desportiva” que colocamos no lema do CPP é a nossa visão, o nosso mote, não é exclusivo a Portugal. O lema é nosso, mas os outros países à sua maneira estão a trabalhar neste sentido.

P&S – Além da adesão das federações ao movimento paralímpico, que outros factores destaca?
HS – As portas que se têm aberto ao nível do Ensino Superior: universidades, centros de investigação. São muito importantes e podem ser um elemento decisivo para a qualidade do trabalho que se possa vir a fazer no futuro. O CPP tem quatro entidades do Ensino Superior como membros. Espero que no futuro tenha muito mais porque podem ser fatores críticos de sucesso para os desafios com que estamos confrontados, nomeadamente através dos currículos das licenciaturas. Eu costumo dizer de uma forma carinhosa que nenhum miúdo deve sair do estabelecimento de ensino sem em algum momento ter falado e ter contactado com a realidade das modalidades adaptadas. Porque muitas vezes vão para clubes, federações, autarquias e quando são confrontados com uma criança ou jovem com deficiência ficam um pouco sem saber como abordar aquela nova realidade. Aqui as universidades podem ter um papel fundamental, bem como junto dos técnicos que estão no terreno e precisam também eles de ser apetrechados com este ‘kit’ de universalidade. E também em termos de investigação: temos muito trabalho para fazer em matéria de investigação.

P&S – É inevitável perguntar-lhe: foi difícil tomar esta decisão de partir para um projeto novo e deixar o CPP?
HS – De facto foi difícil, embora fosse difícil em qualquer das situações. Quando fui convidado para um novo projeto, eu não tinha decidido que iria continuar no CPP. Ainda não tinha decidido. Tinha pensado que depois do Rio2016 iria sugerir aos meus colegas que refletíssemos sobre o que iriamos fazer no futuro. Estou no CPP a full-time há cerca de sete anos. São sete anos de afastamento a minha atividade profissional [Humberto Santos é técnico superior dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos, estrutura que serve nomeadamente o concelho de Loures] e isto tem peso, encargos, do ponto de vista da nossa progressão na carreira, tem impacto na nossa própria formação. E uma das possibilidades que tinha em cima da mesa era regressar à minha entidade de origem. Era uma hipótese regressar e manter-me no CPP mas sem ser presidente a full-time. Outra possibilidade era fazer a desvinculação total. E, em regra olhamos para aquelas pessoas que permanecem nas organizações durante muito tempo em alguns casos como apego ao poder. Isso era algo que eu queria evitar que me acontecesse também. Tudo isto estava em cima da mesa, aliado ao facto de que podemos ter feito um trabalho bom e conseguido fazer coisas extraordinárias mas se chegarmos aos Jogos Paralímpicos e os Jogos nos correrem menos bem, é evidente que o nosso capital de crédito fica abalado. Não foi o caso, muito pelo contrário, mas à cautela referi sempre que antes dos Jogos não tomava qualquer decisão e depois dos Jogos logo se veria. Na verdade não tinha como adquirido o que ia fazer. Mas uma coisa é não pensarmos no assunto e outra é estarmos confrontados com a situação de ter um convite, um desafio. Trata-se de algo que não é de âmbito público, logo permito-me, como compreenderão, manter privacidade quanto ao projeto. Não foi fácil. Todos estes anos trabalhei permanentemente e muitas vezes sete dias por semana a saber quando começava e sem saber quando terminava. Mas fi-lo sem queixume porque este é um projeto que galvaniza, é um projeto envolvente, é um projeto que tem um crescimento e um potencial enorme. Os desafios crescem a cada dia… Para o ano temos a Missão Surdolímpica que já está a ser trabalhada. Dias paralímpicos nas escolas, o Dia Paralímpico. Muitos eventos. A gala, a primeira gala do CPP...


P&S – Que conquistas mais o marcaram ao longo destes anos?

HS – Vou partilhar pela primeira vez… Quando regressei de Londres [Jogos Paralímpicos de 2012] um dos atletas, um dos mais conhecidos, sentou-se comigo no avião e disse-me ‘presidente, até podem não aumentar as bolsas mas por favor eu preciso que me paguem sempre no mesmo dia porque a minha vida depende do valor que recebo da bolsa’. Eu sabia que este era um problema que afetava muitos outros, não era só aquele que estava a falar comigo. Quero dizer que é com uma enorme satisfação que depois de termos conseguido um contrato quadrienal, ou seja durante quatro anos conseguimos garantir e gerir em função dos valores que contamos, termos conseguido também criar uma regra, uma matriz de ação que permite que qualquer atleta, independentemente da zona do país em que esteja, no mesmo dia e à mesma data sabe que tem a sua bolsa na sua conta bancária. Sei perfeitamente das condições em que muitos destes nossos atletas se encontram e o quanto é importante esta atenção. Geralmente as organizações têm a tendência para implementar procedimentos internos virados para dentro. A implementação deste procedimento pode ser algo considerado menos importante mas para mim faz toda a diferença. No fundo colocamos os atletas como o elemento central da nossa ação.

P&S – Durante este período também foram alcançados avanços na dimensão Surdolímpica…
HS – A introdução das esperanças Surdolímpicas foi de facto um elemento muito significativo. Não tínhamos até então qualquer instrumento de ajuda para impulsionar os novos atletas a poderem surgir e a partir de 2013 passamos a ter condições para o fazer. Ter-se conseguido que os Surdolímpicos passassem a ter um contrato plurianual [também a quatro anos], quando nem sequer contrato tinham, é também um passo na organização do modelo desportivo em Portugal muito significativo. Os contratos-programa podem parecer instrumentos administrativos ou de mera retórica política mas são instrumentos fundamentais para o apoio e a promoção do desporto ao mais alto nível em Portugal, nomeadamente dos atletas que têm condições para estar em programas de excelência como são os programas de preparação Paralímpica e Surdolímpica. Temos um longo caminho por fazer. Mesmo muito grande, mas demos passos muito mas muito significativas.

P&S – Que realidade encontrou?
HS – Partimos de um ponto muito baixo. Quando o CPP foi criado as bolsas que existiam há muitos anos que não eram revistas. Tínhamos valores muito, muito, muito baixos e não houve condições para ir tão longe como todos nós gostávamos mas estou em crer que Tóquio2020 vai ser um elemento fundamental para dar mais um passo em frente. Estão criadas as condições de entendimento e receptividade fruto do trabalho de visibilidade e de criação de condições, de maior implantação do próprio CPP. Acredito profundamente que quem vier a ter a responsabilidade de fazer futuros processos negociais vai encontrar condições totalmente diferentes para melhor.

P&S – E relativamente às conquistas nos jogos, nos ringues, nas piscinas e pistas, etc…
HS – Tantos momentos. Momentos de transcendência. Descrevo dois mais recentes… Nos Jogos Paralímpicos Rio2016: um momento de enorme felicidade foi a conquista da medalha de bronze pelo José Carlos Macedo [boccia, BC3] pela forma como foi disputada e alcançada. Todos os que estávamos no pavilhão sentimos que estávamos num momento decisivo, em que o adversário iria disputar, contestar, com todos os meios ao seu alcance o resultado final. Foram momentos de enorme tensão. Um momento de quase ir às lágrimas a ver um jogo de boccia que é uma coisa quase inacreditável. Parece contraditório. Quem esteve lá, quem assistiu sabe que foi assim. E depois o Manel [Manuel Mendes, atleta vimaranense que pratica atletismo]… Estava assistir à prova, vi nas condições em que ele passou na última volta. Pensei que dificilmente ele conseguiria chegar à meta e quando me começam a fazer sinais de que tínhamos mais uma medalha, eu não percebia o sinal porque estava completamente fora da minha expectativa. Foi uma emoção tremenda.


P&S – É possível resumir oito anos de CPP? Uma década de projeto paralímpico? 

HS – Foram momentos de transcendência, momentos de superação…Uma experiência que jamais irei esquecer. Neste espaço cresci imenso enquanto pessoa, quer no ponto de vista das minhas competências pessoais, mas também sociais e nos meus conhecimentos. Percebi que o meu trabalho de outrora [Humberto Santos foi presidente da Associação Portuguesa de Deficientes] me permitiu abrir portas. Houve uma mais-valia por ter pertencido a essa organização, interagi com muitos responsáveis políticos, governamentais, autárquicos… Nenhum país no mundo tem os recursos todos que são precisos e há aquela tensão entre a sociedade organizada e os poderes instituídos. A sociedade civil que deve, tanto quanto possível, assumir uma postura de desenvolvimento social e de vanguarda e os poderes instituídos que tentam canalizar os recursos que têm de acordo com a sua visão e estratégia. Isto constitui alguma litigância. E eu fui o rosto de parte dessa litigância na área da deficiência durante muitos anos e cheguei a recear que essa situação pudesse afetar a minha prestação e a relação com entidades terceiras e o que eu vim a verificar foi o contrário.

P&S – Continuará atento e a torcer pelo projeto…
HS – Eu utilizei a expressão “eu não vou migrar”. Estou aqui e podem contar comigo dentro do meu quadro de disponibilidade mas vou estar por cá para ajudar e nada mais do que isso. Para ajudar e quando solicitado. Por exemplo uma das regras que tenho relativamente à Associação Portuguesa de Deficientes, e na qual ainda sou membro da assembleia geral, é a de só colaborar nas atividades quando me é suscitada essa colaboração. Ou para a apreciação de um documentou, ou para fazer parte de um projeto em concreto. Muito pontualmente. Se não, caso contrário, quem está os anos que eu estive à frente de uma estrutura, sem quer e admitindo que com a melhor das intenções, pode estar a dar opinião e, sem querer, condicionar a ação da pessoa que está à frente da instituição. Eu quero ser parte da solução e não parte do problema. Por isso faço este posicionamento de princípio: sempre que precisarem de mim, contam comigo. Mas mais do que isso não. Há um ditado que diz que ‘de boas intenções está o inferno cheio’ e eu com boas intenções poderia criar entropia na organização. Vou fazer no CPP, o que fiz na APD: o que for necessário e estiver ao meu alcance, terei todo o gosto. De resto vou-me inibir totalmente de emitir opinião porque isso será da responsabilidade das pessoas que cá vão ficar.       

LER TRABALHO COMPLETA A PARTIR DA PÁGINA 65 DA 17.ª EDIÇÃO DA PLURAL&SINGULAR

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