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Tratamento da espasticidade para recuperar qualidade de vida

  • Escrito por  Duarte Correia

Entende-se a espasticidade como o aumento de tónus muscular dependente da velocidade de ativação muscular e que dificulta ou impossibilita o movimento, em especial nos membros superiores e inferiores. É um distúrbio que surge consequente a uma lesão no sistema nervoso central que controla os movimentos voluntários, podendo ter origem no cérebro ou na medula espinal. Estima-se que afete milhões de pessoas em todo o mundo. 

A espasticidade surge em situações clínicas tais como: acidente vascular cerebral, paralisia cerebral, lesões medulares (ex pós traumáticas), neoplasias, traumatismos crânio-encefálico, esclerose múltipla ou esclerose lateral amiotrófica. 

Os sintomas da espasticidade podem variar desde uma leve contração muscular até uma rigidez severa. A impossibilidade de controlar os músculos voluntários poderá aumentar o grau de dificuldade para realizar atividades diárias ou impossibilitá-las, tais como vestir, comer, lavar os dentes pentear o cabelo, ou andar. Ler mais

 

Não existe atualmente cura definitiva para a espasticidade, mas o seu tratamento permite reduzir os efeitos negativos como a dor, a luxação articular, a contratura muscular, a deformidade de um membro, as alterações da biomecânica, a perda da função, o aparecimento de úlceras de pressão ou as alterações da imagem corporal.

Existem diversos tratamentos com grau de eficácia variável para aliviar a dor e os espasmos provocados pela espasticidade, facilitando as atividades diárias e melhorando a capacidade de marcha da pessoa. Para a melhoria e controlo da espasticidade, além dos tratamentos da medicina física e reabilitação, prescrevem-se medicamentos antispásticos administra-se localmente toxina botulínica, e nos casos em que a terapêutica não resulte, pode ser recomendada a colocação de um dispositivo médico para difusão intratecal contínua do baclofeno um medicamento antispástico.

O tratamento deve ainda ser inserido dentro de um programa global de reabilitação funcional, privilegiando a correção do movimento e o recrutamento muscular seletivo com técnicas de neuro facilitação.

Mais informações em www.aped-dor.com

Pelo presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, Duarte Correia

 

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